A última palavra a respeito do 'Caso Montillo' não é mais do Corinthians, que fez uma proposta oficial pelo meio-campista e dizia apenas aguardar a resposta dos cruzeirenses. Dessa vez, foi Gilvan de Pinho Tavares, presidente eleito da equipe mineira, quem deixou claro que a partir do dia 1º de janeiro de 2012 o valor de 15 milhões de euros (R$ 36 milhões) para a contratação do jogador sobe.
Gilvan já responde como presidente do clube e até já foi apresentado, mas, até o próximo sábado, o mandatário de forma oficial ainda é Zezé Perrella, que havia prometido vender Montillo se aparecesse uma oferta de 15 milhões de euros. Para o novo presidente, os valores aumentam porque o meia argentino não pode deixar o Cruzeiro de maneira nenhuma.
"Minha posição é que se não chegarem com 15 milhões de euros eu não vendo. Nosso plantel de 2012 vai ser formado a partir de craques como o Montillo e nós não podemos abrir mão de nada disso. É um negócio oferecido pelo Zezé Perrella e, como o mandato dele vai até o dia 31 de dezembro, esse valor vale apenas até esta data", disse o dirigente, à Rádio Itatiaia.
Além do contato oficial do Corinthians, que não ofereceu o valor estipulado pela direção do Cruzeiro, o São Paulo também fez uma oferta de 10 milhões de euros e mais o empréstimo de três jogadores, o que não foi aceito pela cúpula celeste. De acordo com Gilvan, são propostas "infrutíferas".
Mesmo admitindo que o São Paulo chegou perto de contratar o argentino, Gilvan garantiu que não deseja perdê-lo: "O Montillo hoje é o doce de coco dos clubes brasileiros, todos eles querem a contratação. São Paulo e Corinthians fizeram tentativas infrutíferas de levar o Montillo, mas a torcida do Cruzeiro pode ficar tranquila".

Crédito da imagem: Vipcomm














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